Ainda estamos vivendo a chuva de graça que foi derramada no Congresso Internacional das Novas Comunidades em Recife PE, nos dias 13 a 17 de janeiro do corrente.

O Evento foi realizado na Casa, (Obra de Maria), e contou com membros de várias Comunidades aqui do Brasil, Argentina, Itália, França, Sirilanka, Irlanda, Zâmbia, Maputo, Costa do Marfim, Cabo Verde, Líbano, Índia, Japão e Estados Unidos.


E, bebendo da espiritualidade da Renovação Carismática Católica, a Comunidade Evangelizadora Magnificat, que caminha sobre a “ponte” que nos une a Deus, na pessoa do seu Fundador, Padre Pedro Paulo (Padre Pepê), enviou a esse Congresso os diáconos Jorge Lopes e Wilians Ferreira para, juntos representarem a CEM, e beberem da riqueza de graças que foi este Encontro em Recife.

Na “ponte” que nos une a Deus, no diálogo entre a família católica, caminha evangelizando e se comunicando com a Igreja, a Comunidade Evangelizadora Magnificat. O comunicar-se com a Igreja “pessoas”, imagem e semelhança de Deus, faz desta família, acolhida ao novo (nova forma de evangelização numa Igreja em saída como nos pede o Santo Padre o Papa) e envio à busca do Senhor Jesus que se revela às nações.

Jesus percorria, então, todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando nossas enfermidades e toda moléstia. Ao ver as multidões, Jesus encheu-se de compaixão por elas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Então, disse aos discípulos: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita” (Mt 9,35-38).Jesus é o Nosso Pastor, é aquele que nos comunica o Evangelho e cura as nossas enfermidades:

 

Em síntese, Esse Congresso Internacional para as Novas Comunidades em Recife, nos mostrou uma Igreja em saída, e nós somos esses “poucos trabalhadores” que caminha nessa ponte, dialogando no amor com nossos irmãos, tendo a certeza de que, temos um Pastor que nos trás a Boa Nova do Reino. Porque a espiritualidade lá apresentada foi de cura para nossas enfermidades. E como magnificats que somos, temos consciência de sermos enviados para trabalhar na messe do Senhor.

(Diácono Jorge Lopes dos Santos, CEM)